A necessidade de cuidar dos filhos se torna uma emergência quando um casal descobre algo alarmante.

Lidando com Nossas Próprias Emoções
James e eu já lidamos com a raiva em diferentes momentos. Raiva de Heather por priorizar o relacionamento dela em detrimento da segurança do filho.

Raiva de Travis, onde quer que ele esteja, por machucar alguém tão indefeso.

Raiva de nós mesmos por não termos percebido antes que algo estava errado.

Aprendemos que esses sentimentos são normais. Eles vêm e vão em ondas.

Nos damos espaço para senti-los sem julgamento.

Também nos lembramos de que fizemos tudo o que podíamos assim que tivemos as informações para agir.

Hesitar é inútil.

Apoio da Comunidade
Amigos e vizinhos nos apoiaram de maneiras incríveis. Eles nos trouxeram comida durante aquelas primeiras semanas caóticas.

Outros doaram itens de bebê de que precisávamos. Várias pessoas se ofereceram para cuidar do bebê para que pudéssemos dormir um pouco.

Nossa comunidade religiosa nos ofereceu ajuda prática e apoio emocional.

Ter pessoas simplesmente presentes fez uma enorme diferença.

Aprendemos a aceitar ajuda com elegância, mesmo quando era desconfortável. O orgulho não alimenta bebês nem troca fraldas.

Deixar que outros nos ajudassem não foi fraqueza. Foi sabedoria.

Os processos judiciais continuam. O processo no tribunal foi lento, como costuma acontecer nessas situações. Houve audiências, revisões e uma papelada interminável.

Heather cumpriu a maioria das exigências. Ela frequentou as aulas e as sessões de terapia. Submeteu-se a testes de drogas e inspeções domiciliares.

Mas cumprir as exigências não restaura automaticamente a guarda. A confiança foi profundamente abalada.

A principal preocupação do tribunal continuou sendo a segurança e a estabilidade de Emery. Nossa casa oferecia ambas.

Heather teria que demonstrar uma mudança significativa e sustentada antes que alguém considerasse devolver sua filha.

O que aprendemos. Essa experiência nos ensinou coisas que nunca quisemos saber. Aprendemos quantas crianças sofrem nas mãos daqueles que deveriam protegê-las.

Aprendemos o quão sobrecarregado está o sistema de proteção à criança e quantas deficiências existem no apoio oferecido aos pais que enfrentam dificuldades.

Aprendemos que boas intenções não bastam. Ações falam mais alto que palavras.

Também aprendemos que somos mais fortes do que pensávamos. Que podemos enfrentar situações que jamais imaginamos.

Que o amor se estende a apoiar qualquer pessoa que precise.

Continua na próxima página.

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