Adquiri ações oficiais da empresa.
E a retórica do "50/50" desapareceu.
A outra mulher sumiu das planilhas dela.
Meses depois, assinamos os papéis do divórcio.
Sem drama.
Sem lágrimas.
Apenas duas assinaturas.
Ela manteve as responsabilidades de gestão, mas não o controle total.
Pela primeira vez, ela era responsável pelas decisões.
Uma tarde, parada na porta, ela disse baixinho:
"Você mudou."
Eu sorri.
"Não. Eu parei de me encolher."
Voltei a trabalhar, não por necessidade, mas por escolha.
Comecei a aconselhar mulheres sobre educação financeira.
Sobre contratos.
Sobre cláusulas.
Sobre trabalho invisível.
Eu lhes dizia:
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