Evan desabou ao meu lado. Sua respiração ficou mais lenta, mas senti que ele não havia desmaiado completamente.
Os passos de Julian se aproximaram. Ele parou acima de mim. Senti sua presença na minha pele, como a aproximação de uma tempestade.
Ele roçou levemente o pé no meu. Um teste. Nada com que se preocupar.
"Tudo bem..." ele exalou.
Essa palavra destruiu minha última esperança.
Ele caminhou em direção ao corredor. Sua voz se perdeu, mas no silêncio da casa, o sussurro foi mais alto que um grito.
Ele estava ao telefone. Calmamente. Quase com alívio.
As palavras eram fragmentadas, mas o significado era claro. Claro demais. Ele falava como alguém discutindo um assunto decidido há muito tempo e finalmente resolvido.
A voz da mulher em resposta era tensa e impaciente. Não havia dúvida nela. Apenas expectativa.
O mundo dentro de mim se reduziu a um único ponto: a mão do meu filho ao lado da minha.
Movi meus dedos levemente. Sua palma respondeu com um leve aperto.
Ele entendeu. Ele estava ciente. Ele estava me esperando.
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