Chorei naquela noite.
Não porque ele terminou comigo.
Mas porque ele praticamente me transformou em sua patrocinadora involuntária.
Ele me ligou no dia seguinte.
"Cheguei em Toronto", disse ele. Até colocou música de aeroporto para tocar ao fundo.
Que ator.
"Como foi o voo?", perguntei calmamente.
"Foi difícil, mas valerá a pena pelo nosso futuro."
Nosso futuro.
Durante três dias, ele não parou de ligar do "Canadá".
Corredores brancos. Estacionamentos. Interiores de carros.
Se eu não tivesse visto o contrato de aluguel, teria acreditado em cada mentira.
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