“Ainda não consigo acreditar que isso é meu”, eu disse, passando a mão pela superfície.
“Você mereceu”, disse Andrew.
Meu telefone tocou uma última vez com uma ligação de um número da prisão, e quando atendi, ouvi a voz da minha mãe.
“Sinto muito”, ela sussurrou.
Fechei os olhos por um instante. “Você está arrependida pelo que fez ou por ter sido pega?”, perguntei.
O silêncio me respondeu.
“Adeus”, eu disse, encerrando a ligação.
Olhei em volta para meus amigos, para a vida que finalmente havia construído sem culpa ou obrigação.
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