Mas quando mostrei aos meus pais, ninguém me elogiou. Nem uma palavra de encorajamento. O silêncio doeu mais do que eu esperava, e uma onda de tristeza me invadiu.
No entanto, ali parado, olhando para o barco pronto, percebi que o orgulho que sentia por ter criado algo com minhas próprias mãos importava mais do que qualquer aplauso. Eu havia realizado minha visão — e isso por si só já era um triunfo.
