Anton piscou. Uma vez. Duas vezes. Seu rosto se contorceu como se tivessem jogado água fervente sobre ele.
"O que... o que você disse?"
Olhei-o diretamente nos olhos:
"E percebi que você não é a pessoa com quem quero estar.
Nem na riqueza, nem na pobreza.
Nem na alegria, nem na tristeza.
Em nada."
Ele empalideceu. Permaneceu em silêncio. Não sabia o que dizer.
Não tinha nada a dizer. Nem argumentos. Nem defesa.
Porque a verdade sempre revela tudo no final.
E enquanto ele permanecia ali, chocado e devastado, peguei minha bolsa, meus documentos e fui em direção à porta.
Antes de sair, eu disse:
"E diga à mamãe que o plano dela falhou."
Fechei a porta atrás de mim.
E pela primeira vez em muito tempo, respirei fundo.
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