Não foi um pedido de desculpas perfeito.
Mas foi sincero.
E a sinceridade sempre fora mais rara do que o afeto em sua família.
Nora assentiu uma vez. "Sim, foi."
Conversaram por quarenta minutos. Não sobre tudo, mas o suficiente.
O aluguel. As consultas médicas. O tempo. A padaria em dificuldades. O orgulho de Ronald. O remorso de Denise.
Quando a conta chegou, Nora pagou apenas o café: o dela e o da mãe.
Não pagou pelas compras que Denise havia insinuado.
Não pagou pela conta que ela quase mencionou.
Apenas o café.
Parecia um progresso.
Porque é isso que ninguém diz ao filho responsável: limites nem sempre destroem uma família.
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