Ele soltou uma risada curta. “Exatamente. Três bebês doentes, contas intermináveis e uma esposa que nem parece ela mesma.”
A mulher ao lado dele lançou-lhe um olhar de compaixão ensaiado. “Isso vai facilitar as coisas para todos”, disse ela baixinho.
Minha mão tremia enquanto eu alcançava o botão de chamada.
Connor se aproximou. “Se você não cooperar”, murmurou ele, “vai sair daqui sem nada.”
Dois dias depois, saí do hospital com três cadeirinhas de carro e o coração pesado.
Quando cheguei em casa, minha chave não funcionava.
Uma fechadura nova brilhava na porta. Um novo painel de segurança piscava ao lado.
A porta se abriu e lá estava ela, dentro da minha casa, com minhas correspondências ainda fechadas.
“Ah”, ela sorriu levemente, “Connor não explicou? Esta casa é minha agora.” O mundo desabou. Desci cambaleando pela porta, agarrando-me às alças da bolsa de fraldas, e chamei pelos meus pais entre soluços.
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