Ele desviou o olhar do meu por meio segundo — tempo suficiente para o pânico explodir no meu peito.
"Por favor", implorei. "Grant está vivo?"
"Não posso falar sobre isso aqui", disse ela suavemente. "Mas você precisa vir comigo."
Olhei em direção à casa. A mesa de aniversário ainda estava lá, pronta. As velas estavam quase apagadas.
"Meus filhos deveriam estar aqui esta noite", sussurrei.
"Sinto muito", respondeu ele.
Fechei a porta e entrei na viatura policial.
Enquanto dirigia, senti uma crescente ansiedade.
"Para onde vamos?", perguntei.
"Não muito longe."
"Em algum lugar por perto?"
"Para um lugar seguro."
Meu celular vibrou. Era uma mensagem do Marek:
"Mãe, por favor, não fique nervosa. Confie em nós."
Ele confia neles após quatro horas de silêncio.
Finalmente, a viatura policial entrou no estacionamento do centro comunitário, que eu reconheci.
Lá fora, havia carros que lhe pareciam familiares.
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