Passei os últimos anos da vida da minha vizinha idosa ao seu lado, garantindo que ela sempre tivesse companhia e nunca se sentisse esquecida. Então, quando a polícia bateu à minha porta na manhã seguinte ao seu funeral, jamais imaginei que eu seria considerada suspeita.
Meu nome é Claire. Tenho trinta anos e moro sozinha em uma casa modesta com uma varanda estreita e uma caixa de correio levemente inclinada para um lado.
Há três anos, comecei a notar algo pequeno, mas perturbador: a correspondência da minha vizinha idosa se acumulando em sua caixa de correio. Contas, catálogos, cartas — tudo lá, dia após dia. Eu passava por ela todas as manhãs a caminho do trabalho, e a cada noite isso me incomodava mais.
Uma noite, finalmente bati à sua porta.
Uma senhora idosa atendeu, agasalhada com um cardigã apesar do calor. Ela não parecia frágil, apenas sobrecarregada.
"Desculpe incomodá-la", eu disse. "Sou Claire. Moro ao lado." Vi seu e-mail…
Ela olhou para baixo, constrangida. “Tenho me esquecido disso ultimamente.”
“Gostaria de ajuda para organizar?”
Ela hesitou por um instante e deu um passo para o lado. “Seria muita gentileza minha.”
Aquele simples momento mudou tudo.
Seu nome era Sra. Whitmore. Ela tinha oitenta e dois anos e morava sozinha com sua gata ruiva, Pumpkin.
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