Eu cuidava da minha vizinha idosa. Depois que ela faleceu, a polícia bateu na minha porta, e quando descobri o motivo, minhas pernas fraquejaram.

"Você tinha acesso irrestrito à casa dela."

"Sim. Mas eu nunca toquei nas joias dela."

"Você ficava sozinha com ela com frequência."

"Eu a ajudava. Eu a considerava como da família."

"Às vezes, as pessoas tomam decisões ruins com dinheiro."

Me forcei a respirar. A pensar. A repassar cuidadosamente o dia de ontem.

Então, algo fez sentido. Minha bolsa. Na funerária.

Eu a havia deixado lá várias vezes enquanto recebia os convidados e distribuía os programas. Lembrei-me de que uma das filhas estava por perto.

"Espere", eu disse. "A funerária tem câmeras de segurança."

O detetive olhou para cima.

"Verifique a gravação. Deixei minha bolsa sem vigilância mais de uma vez."

Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.