"Você tinha acesso irrestrito à casa dela."
"Sim. Mas eu nunca toquei nas joias dela."
"Você ficava sozinha com ela com frequência."
"Eu a ajudava. Eu a considerava como da família."
"Às vezes, as pessoas tomam decisões ruins com dinheiro."
Me forcei a respirar. A pensar. A repassar cuidadosamente o dia de ontem.
Então, algo fez sentido. Minha bolsa. Na funerária.
Eu a havia deixado lá várias vezes enquanto recebia os convidados e distribuía os programas. Lembrei-me de que uma das filhas estava por perto.
"Espere", eu disse. "A funerária tem câmeras de segurança."
O detetive olhou para cima.
"Verifique a gravação. Deixei minha bolsa sem vigilância mais de uma vez."
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