“Parece que você plantou provas.”
Ela não sabia como responder.
Eu a encarei. “Por quê?”
O detetive levantou a mão. “Conversaremos sobre isso depois.”
Olhei para ela novamente, minha voz trêmula, mas firme.
“Sua mãe merecia mais.”
Seus olhos brilharam. “Não ouse me dizer o que ela merecia.”
De volta à sala de interrogatório, tudo desmoronou.
O testamento da Sra. Whitmore havia sido revisado por seu advogado dois dias antes do funeral.
Ela me deixou uma parte significativa de sua herança: um presente em dinheiro em gratidão pela companhia e pelos cuidados que lhe dediquei.
Seus filhos ficaram indignados.
“Se você fosse acusada de roubo”, a filha finalmente confessou, “poderíamos argumentar que você a manipulou. Que ela não estava mentalmente competente quando alterou o testamento.”
O rosto do detetive se contraiu. “Então você a incriminou.” “Nós tínhamos direito a esse dinheiro”, ela retrucou. “Não a um estranho que apareceu quando não estávamos lá.”
“Eu apareci porque sua caixa de entrada estava lotada”, eu disse baixinho. “Só isso.”
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
