Mostrei para o Ryan.
"Ela não faria isso", ele disse.
"Ela já fez", respondi. "Ou está blefando. De qualquer forma, eles estão dispostos a arrastar minha carreira para isso."
Liguei o carro.
"Vamos para casa."
Em casa, não entrei em pânico. Abri meu laptop.
A empresa do Brent tinha um site profissional. Mas os registros públicos mostravam uma realidade diferente: sociedades de responsabilidade limitada recém-formadas, reestruturações recentes. Documentos judiciais revelavam dois processos, disputas com fornecedores e alegações de quebra de contrato.
Esse "fundo" não tinha chance.
Era uma tentativa desesperada de resgate disfarçada de marketing.
Ryan estava parado na porta. "O que você está fazendo?"
"Ele está nos protegendo", eu disse. "Ele está me protegendo."
Escrevi uma mensagem para a Madeline:
Não entre em contato com meu empregador.
Não discuta minhas finanças com ninguém.
Toda comunicação futura será feita através do Ryan. Se você acessar meus dados pessoais ilegalmente, entrarei em contato com um advogado.
Sem drama. Apenas os termos.
Ryan leu. "Ela vai surtar."
"Deixe ela surtar."
Então liguei para o RH — não para acusar ninguém, mas apenas para verificar se alguém havia solicitado informações sobre meu emprego. Me garantiram que nada havia sido divulgado e prometeram reportar todas as solicitações.
Bloqueei meu cartão de crédito.
Não porque eu soubesse que ela ultrapassaria esse limite — mas porque eu sabia que ela acreditava que limites eram negociáveis.
Naquela noite, Ryan sentou-se à minha frente como se estivéssemos negociando uma trégua.
"Eu queria paz", disse ele. "Achei que conversar com ela resolveria as coisas."
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