“Você não a acalmou. Você a fez se sentir confortável enquanto ela me desrespeitava, usava meu dinheiro e tratava minha casa como se fosse dela.”
Ele engoliu em seco. “O que você quer que eu faça?”
Aí estava: a pergunta que ele deveria ter feito um ano antes.
“Quero um acordo de separação assinado. Reembolso de todas as despesas não autorizadas. Uma declaração por escrito do que aconteceu. E quero que você entenda que a sobrevivência deste casamento depende do que você fizer a seguir, não do que você disser agora.”
Ele assentiu lentamente.
Da porta, Diane gritou: “Eric, não ouse ficar do lado dela!”
Ele fechou os olhos.
Então disse, sem se virar: “Mãe, pare.”
Foi a primeira coisa decente que ele fez em meses.
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