"Não", respondeu a Rosa baixinho.
"É uma questão de dignidade. Peça aos pais da Victoria que paguem. Eles estavam lá para serem felizes — eles arcarão com as consequências."
O silêncio do outro lado da linha confirmou tudo o que Rosa já sabia.
Rosa desligou.
Desligou o telefone, preparou um chá e deixou as lágrimas rolarem livremente.
Não por dinheiro.
Mas, quanto à ilusão de família,
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