Meu marido controlava cada centavo que eu gastava e exigia que eu economizasse. Quando descobri para onde o dinheiro realmente estava indo, quase desmaiei.

"Quer que eu vá embora?"

Hesitei, então puxei Nicole para mais perto.

"Sim. Pode ir."

O táxi partiu, me deixando sozinha em uma parte desconhecida da cidade.

Encarei o prédio até que minhas pernas finalmente me levaram. "Tudo bem, Flo. Calma."

Subi os degraus, com as palmas das mãos úmidas.

Assim que entrei, me aproximei do balcão e acalmei minha voz. "Estou deixando o medicamento para a pessoa do 3B. Michael pediu para eu deixar; ela está usando oxigênio."

A mulher olhou para Nicole e assentiu.

Eu não estava mentindo: alguém estava usando oxigênio. Os documentos comprovavam.

Momentos depois, entrei silenciosamente no elevador. Nicole estava dormindo. Bati uma vez. A porta se abriu um pouco. O cheiro me atingiu primeiro: água sanitária, legumes cozidos no vapor, algo clínico.

Então eu a vi.

Pele pálida. Braços frágeis. Um cilindro de oxigênio zumbia perto do sofá.

"Cale a boca, Florence", disse ele secamente. "Não sou uma mulher com quem você esteja se metendo."

"Diana? Faz tempo que não a vemos..."

"Sim, é bom que minha própria nora esteja se esquecendo de você."

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