Meu marido me proibiu de entrar na garagem, mas lá descobri um segredo que ele havia escondido a vida toda.

“Se eu me esquecer de tudo o mais, espero me lembrar de como ele segurou minha mão.”

Decidimos tentar o tratamento experimental, independentemente do custo.

Comecei um diário. Anoto nomes, lembranças, detalhes. Na semana passada, esqueci momentaneamente o nome da nossa filha. Escrevi: “Íris. Cabelo castanho. Olhos gentis.”

Ontem, acrescentei isto:

“Se um dia eu não reconhecer Henry, diga-me isto: Ele é o seu coração. Ele tem sido por 60 anos. Mesmo que sua mente se esqueça, confie no amor que permanece.”

A memória pode se apagar.

Mas o amor, espero, permanecerá.

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