“Não vou.”
Virei-me para as portas.
Atrás de mim, Brooke gritou: “Você realmente não vai…
Me ajudar?”
“Não”, respondi. “Vou me virar sozinha.”
Ao entrar, o profissionalismo silencioso do saguão me envolveu como uma armadura. Eu ainda sentia os olhares atônitos deles nas minhas costas.
Eles não vieram se desculpar.
Vieram calcular.
E, pela primeira vez na vida, eu não estava mais à venda.
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