"Essa é a sua contribuição."
"Minha contribuição?" Pisquei. "Você nunca me disse que havia um valor fixo."
Ela finalmente ergueu a cabeça, com o olhar frio.
"Você mora aqui. Você trabalha aqui. Você usa a eletricidade, a internet, o espaço. Não se faça de inocente."
"Não funciona assim", respondi. "Você não pode simplesmente pegar o dinheiro. Se quiser o aluguel, conversaremos como adultos."
Sua expressão mudou como se eu a tivesse insultado.
"Adultos? Você está na minha casa."
"É a casa do Marco também", lembrei-a.
Daria se levantou tão rápido que a cadeira arrastou no chão.
"Então vá embora", disparou. "Se não gosta, pegue seu laptop e vá embora."
Marco entrou, confuso.
"O que está acontecendo?"
"Ela está me acusando de roubo!" gritou Daria, apontando para mim. "Depois de tudo que eu faço!"
Olhei para o meu irmão.
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