Robert estava ao meu lado, com a mão firme nas minhas costas. “Não se tratava de vencer. Tratava-se de te impedir.”
Ela saiu.
Diane ficou, mas algo em sua postura deixava claro que ela entendia que tudo havia mudado. Walter pediu as chaves a ela. Ela as entregou.
Uma hora depois, após Amanda ter saído e Walter ter se recolhido ao seu escritório, Robert e eu colocamos Sophie na cama no quarto de hóspedes, pois ela se recusava a dormir sozinha. Ela segurou o pulso dele até adormecer.
Na penumbra, olhei para ele. “Por que você não me contou quando o envelope chegou?”
Ele sentou-se na beirada da cama. “Porque eu sabia que a mentira ia te magoar, mesmo que você soubesse que não era verdade. E eu precisava de uma chance para expô-la antes que eles a encobrissem com desculpas.”
Eu o observei e então assenti. Ainda doía que ele tivesse feito aquilo sozinho, mas eu entendia o motivo.
Lá embaixo, o relógio bateu dez horas.
Ao entrarmos no corredor, Robert pegou minha mão. “Eles se arrependeram cinco minutos depois de começarem”, disse ele em voz baixa.
Olhei de volta para a porta onde Sophie dormia.
“Não”, eu disse. “Eles se arrependeram de terem sido pegos. O que perderam esta noite, isso veio depois.”
E naquela casa silenciosa e luxuosa nos subúrbios ao norte de Chicago, todos finalmente entenderam o preço.
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