Então ela se virou para mim e disse, com clareza e calma: “Olivia, você quer que eu resolva isso pessoalmente ou prefere fazer você mesma?”
A atmosfera ao nosso redor ficou tensa.
Minha mãe piscou. “Resolver o quê?”
Peguei a pasta de couro do Martin e a abri. Dentro havia o mapa de assentos atualizado para o Dia das Mães, resumos da reunião da manhã e um bilhete impresso da coordenadora do evento sobre as mesas VIP. Não porque eu precisasse de nada disso, mas porque fotos importam quando certas pessoas só reconhecem autoridade quando ela está documentada.
Olhei minha mãe nos olhos. “Eu…”
“Eu resolvo.”
Cheryl se remexeu desconfortavelmente.
Vanessa deu uma risadinha. “O que exatamente está acontecendo?”
Fechei a pasta. “Você fez um comentário público com a intenção de humilhar uma funcionária na frente dos clientes.”
Minha mãe ergueu o queixo. “Eu fiz uma observação.”
“Não”, eu disse. “Você tentou criar uma situação constrangedora.” Trevor, que sabiamente permanecera em silêncio, murmurou: "Diane, talvez devêssemos nos sentar."
Mas minha mãe já estava ocupada demais para ceder graciosamente. "Sério, Olivia, não faça drama. Nós somos os clientes."
Martin falou antes que eu pudesse. "E ela é uma das donas."
As palavras caíram como um balde de água fria.
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