Os minutos se arrastavam.
Então, uma van escura entrou na nossa rua.
Estava indo devagar demais. Com muita cautela.
Parou em frente à nossa casa.
Dois homens saíram.
Não eram entregadores. Não eram vizinhos.
Um deles enfiou a mão no bolso.
Não estava procurando uma ferramenta.
Estava procurando uma chave.
Destrancou a porta da frente.
A casa os engoliu por inteiro.
"Mãe", Kenzo sussurrou, segurando meu braço. "Como você tem uma chave?" Eu não consegui responder.
Então eu senti o cheiro.
Gasolina.
E uma fina coluna de fumaça saiu em espiral pela janela.
Meu coração disparou.
Um incêndio irrompeu dentro da minha casa.
Instintivamente, me lancei para a frente, mas congelei quando as chamas tomaram conta da sala de estar, subindo rápida e impiedosamente.
Sirenes soavam ao longe.
A van arrancou em alta velocidade.
Kenzo me abraçou por trás enquanto eu desabava na calçada, absorvendo o inferno que nossa vida costumava ser.
Meu celular vibrou na minha mão.
Uma mensagem de Quasi.
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