Quando meu marido voltou depois de três anos trabalhando fora, ele não voltou sozinho.

Eu não gritei.

Eu não chorei.

Olhei para a criança.

Ela não tinha culpa de nada.

Então olhei para a mulher.

De repente, ela desviou o olhar.

E, finalmente, olhei para o meu marido.

Fui até o aparador na entrada.

Peguei uma pasta azul.

Entreguei a ele.

"São os papéis do divórcio", eu disse.

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