Quando minha melhor amiga faleceu, criei o filho dela como se fosse meu... até descobrirmos o que ela estava escondendo.

Meu nome é Oliver e hoje completo 38 anos. Minha infância não foi nada parecida com aquelas histórias confortáveis ​​e idílicas que vemos na TV. Cresci em um lar adotivo: um lugar frio e solitário, onde era fácil se sentir insignificante.

No entanto, mesmo lá, eu tinha alguém que tornava as dificuldades suportáveis: Nora, minha melhor amiga.

Não éramos parentes de sangue, mas compartilhávamos algo mais forte: a sensação de que, se um de nós caísse, o outro nos levantaria. Entre corredores silenciosos e longas noites, compartilhávamos pequenas "vitórias" da infância: um biscoito escondido, conversas sussurradas depois que as luzes se apagavam e planos para a vida que um dia construiríamos.

Prometemos cuidar um do outro, aconteça o que acontecer.

Nos apoiávamos quando ninguém mais o fazia.

Sonhávamos com um futuro onde finalmente seríamos livres.

No dia em que completamos 18 anos, saímos daquele lugar com malas gastas e mais incertezas do que certezas. Nora apertou minha mão e, com os olhos brilhando, pediu-me uma promessa. "Não importa o que aconteça, Ollie... ainda seremos família. Prometa-me."

Eu prometi. E falei sério.

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