Em frente ao quarto 117 do hospital, existe agora uma placa com os dizeres: "Quarto da Katie – Onde quarenta membros de um gangue de motards aprenderam que a família não se resume a laços de sangue, mas sim a quem está presente."
E estavam. Todos os dias, durante noventa e três dias. Apareceram por uma menina cujos pais não podiam. Apareceram porque é isso que os motociclistas fazem: protegem os inocentes, defendem os abandonados e nunca, mas nunca, deixam ninguém enfrentar a escuridão sozinho.
Katie morreu sabendo que era amada. Quarenta motociclistas vivem sabendo que tiveram a sorte de a amar.
Por vezes, as maiores viagens não se medem em quilómetros, mas em momentos. E durante noventa e três dias, quarenta motociclistas fizeram a viagem mais importante das suas vidas: partir.
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