Uma semana depois, tudo ficou claro.
Uma semana depois, Anna ligou novamente para a clínica. Desta vez, sua voz soava completamente diferente. O cansaço pesado e opressivo que ela ouvira durante a primeira ligação havia desaparecido.
"Fiz todos os exames", disse ela. "O médico diagnosticou hiperglicemia. Ele também me encaminhou para um cardiologista. Descobri que tenho problemas cardíacos. E à noite, tenho episódios de parada respiratória. Agora preciso fazer mais exames porque os médicos dizem que é sério."
Ela fez uma pausa por um momento, como se estivesse organizando seus pensamentos.
"Se Luna não estivesse me acordando... eu ainda estaria atribuindo tudo ao estresse e à ansiedade."
Hoje, Anna está sob cuidados médicos constantes. O tratamento foi personalizado e os especialistas também recomendaram terapia do sono, que ajuda a controlar os distúrbios respiratórios noturnos.
O mais importante, porém, é que seu corpo finalmente recebeu ajuda a tempo.
Luna ainda entra no quarto à noite. Agora, no entanto, ela não acorda mais sua dona tão abruptamente como antes. Na maioria das vezes, ele simplesmente se deita ao lado dela, aconchega-se no travesseiro e começa a ronronar baixinho.
Às vezes, os animais percebem coisas que nós mesmos ainda não conseguimos notar. Seus instintos, a sensibilidade às mudanças em nossos corpos e o vínculo extraordinário com os humanos podem fazê-los reagir mais rápido do que qualquer dispositivo ou alarme.
Neste caso, foi o gato que deu o primeiro sinal de alerta — e talvez a razão pela qual o problema de saúde foi descoberto antes que algo muito mais sério se desenvolvesse.
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