Isso significava manter o macarrão com queijo simples e os legumes escondidos no molho marinara, onde ninguém notaria. Fiz listas detalhadas para tudo.
Planilhas com códigos de cores que detalhavam cada tarefa. Um cronograma mostrando quando cada prato deveria ser assado e quando deveria estar pronto.
Quais bocas do fogão estariam em uso em cada etapa do processo de cozimento. Eu havia considerado tudo o que me vinha à mente.
Que meu forno aquecia e cozinhava os alimentos mais rápido. Que o molho da salada engrossava ao ficar parado e precisava ser mais ralo.
Que o pão precisava ser aquecido no último minuto para ficar crocante por fora e macio por dentro. Quando tirei o último prato do forno, minha lombar doía terrivelmente.
Aquela dor persistente que prometia me acompanhar por dias. Suor se acumulava na minha testa e ao longo do meu pescoço, apesar do frio de novembro.
Meu avental, um alegre avental amarelo que eu havia comprado anos atrás pensando que tornaria o ato de cozinhar mais divertido, estava respingado de molho de tomate e polvilhado com farinha. Mas quando dei um passo para trás e olhei para a mesa de jantar, senti uma sensação de satisfação.
Aquela pequena e silenciosa onda que eu nunca soube bem como expressar. A mesa parecia bonita de uma forma forçada e imperfeita que me agradava.
O que ela quis dizer agora estava claro. E não tenho a menor intenção de aprender a fazer isso sozinha, porque você sempre saberá.
Primeiro, cliquei na reserva de Natal com o cursor. Um botão em negrito apareceu na tela:
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