James falava pouco, suas palavras abafadas pelo cansaço e pelo peso das dificuldades da vida, mas cada "obrigado" que ele sussurrava carregava uma profunda gratidão que Celia lembraria por muitos anos.
Naquela noite, ele dormiu em seu sofá gasto — um estranho que aparecera à sua porta por obra do destino, das tempestades e de um silencioso ato de bondade.
Na manhã seguinte, Celia preparou o café da manhã, certificando-se discretamente de que James estivesse satisfeito antes de deixá-lo ir.
Ela lhe deu algum dinheiro e uma passagem de ônibus antiga que sua mãe lhe dera, como uma lembrança para emergências.
James olhou para ela com olhos que transmitiam mais do que palavras poderiam: esperança, determinação e uma promessa silenciosa.
"Um dia", disse ele, "retribuirei sua gentileza, Celia. Você fez mais do que jamais poderá compreender." Celia sorriu, pensando que nunca mais o veria.
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