Havia algo familiar em seus olhos, algo que despertou memórias profundas nela.
“Bom dia, como posso ajudar?”, perguntou Celia cautelosamente.
O homem sorriu afetuosamente. "Ah, acho que você já fez isso, Celia. Há muitos anos."
Ela entendeu imediatamente. "James?", sussurrou, cobrindo a boca com a mão.
Ele assentiu com a cabeça, e seus olhos, que vinte anos atrás haviam demonstrado sensibilidade, agora brilhavam com confiança, gratidão e determinação.
“Já faz muito tempo”, disse ele. “E eu queria te encontrar há anos. E agora estou aqui para cumprir minha promessa.”
Celia o convidou a entrar, ainda tentando assimilar como a figura frágil de que se lembrava havia se transformado no homem bem-sucedido e confiante que ele era. Na mesa da cozinha, James deslizou uma pasta de couro em sua direção.
Dentro da caixa estava a escritura de uma pequena casa a poucos quilômetros da sua — um presente que superava seus sonhos mais ousados.
"Sim, você pode", disse James quando ela hesitou. "Você não sabe o que fez por mim naquela noite. Eu era uma estranha. Estava no pior momento da minha vida. Mas você me conteve. Não me tratou como se eu fosse invisível."
Isso me deu esperança. Me deu um motivo para continuar.
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