O casamento do meu filho foi uma vergonha: a noiva e os pais dela humilharam nossa família… Tamara olhou as fotos no celular e suspirou, pela centésima vez, como se fosse a última. O casamento do filho, Igor, tinha sido três semanas antes, mas a vergonha persistia. Toda vez que pensava naquele dia, sentia as bochechas corarem. Os preparativos começaram seis meses antes. Igor anunciou que ia se casar com Kristina, uma moça da cidade vizinha. Eles se conheceram no trabalho, namoraram por um ano e decidiram se casar.
"Mãe, você vai conhecer os pais dele", disse o filho. "São pessoas boas, modestas." Tamara assentiu. Os casamenteiros chegaram: Lioudmila e Viktor. À primeira vista, pareciam pessoas comuns: ela com um vestido discreto, ele de camisa. Falaram educadamente e disseram tudo o que precisavam saber sobre o casamento:
"Gostaríamos de uma celebração modesta. Nada extravagante. Elegante e de bom gosto." Tamara ficou encantada. Ela também detestava casamentos vulgares, com brincadeiras grosseiras e entretenimento de mau gosto. Eles organizaram um banquete para cinquenta convidados em um restaurante respeitável; tudo tinha que ser refinado e apropriado.
A mulher arcou com algumas das despesas: ajudou o jovem casal a pagar pelo banquete, encomendou a decoração e convidou seus próprios convidados: colegas, parentes, amigos da família. Pessoas respeitáveis e inteligentes. Ela queria que tudo fosse feito com dignidade.
Uma semana antes do casamento, a noiva enviou uma foto do vestido. Tamara abriu e ficou paralisada. O vestido era branco, mas… revelador demais. O decote chegava quase ao umbigo e a fenda da saia ia até o meio da coxa.
"Igor", chamou ela ao filho. "Olha o vestido da noiva." Ele olhou.
"É lindo."
"Lindo?"
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