Ele pensava que estava livre da vergonha.
Então acrescentei:
“Mas todos os acordos que mantêm sua empresa funcionando foram redigidos no meu escritório. E todas as prorrogações concedidas pelos credores exigem minha aprovação, antes de sexta-feira.” Silêncio.
Silêncio absoluto.
Evan me encarou.
Um de seus amigos sussurrou:
“É verdade?”
Evan não respondeu.
Porque eu não conseguia.
Continuei calmamente:
“A linha de crédito da qual você tanto se gabava? É minha responsabilidade.
O acordo de fidelidade do cliente? É minha linguagem.
A reestruturação financeira? São minhas negociações.
E a revisão marcada para segunda-feira? Depende da minha aprovação jurídica.”
Ele empalideceu.
“Não”, disse ela rapidamente. “Não é isso…”
“Sim, é isso mesmo”, respondi. “E já que aparentemente sou ‘patético’ demais para me casar, também estou retirando toda a pensão alimentícia atrasada, com efeito imediato.”
Foi aí que a atmosfera mudou.
Porque, de repente, não se tratava mais de orgulho.
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