A primeira mensagem de voz era da minha mãe.
"Savannah, me liga agora mesmo."
Não era um "por favor". Não era para explicar o que tinha acontecido. Era o mesmo tom autoritário que ela usava quando eu tinha treze anos e não tinha dobrado a roupa do jeito que ela queria.
A segunda era do meu irmão Dean, já furioso. "O que você fez agora?"
Não ouvi nenhuma das duas até o fim. Sentada no balcão da cozinha da minha casa, com o café ainda quente e o celular vibrando a cada poucos segundos, observei a pálida manhã texana enquanto um silêncio interior se instalava, dando lugar a uma profunda serenidade.
Eu não tinha roubado a caminhonete.
Essa era a melhor parte.
Eu tinha me protegido.
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