O segundo era meu irmão Dean, que já estava furioso.
"Que diabos você fez?"
Não dei ouvidos a nenhum dos dois até o fim. Sentada na ilha da minha cozinha, na minha casa, com o café intocado e o celular vibrando a cada poucos segundos, observei a pálida manhã texana enquanto um silêncio interior se instalava, dando lugar a uma profunda serenidade.
Eu não tinha roubado a caminhonete.
Aquele foi o melhor momento.
Eu me protegi.
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