Meu pai construiu toda a sua personalidade me tratando como a garota hipersensível com "um emprego de escritório". Ele nunca percebeu que as mesmas habilidades que ele ridicularizava eram o motivo pelo qual a caminhonete tinha desaparecido legalmente antes do café da manhã. Quando desliguei o telefone com Dean, minha mãe ligou de volta imediatamente. Desta vez, sua voz estava diferente. Mais seca. Mais fria. "Me devolve." "Não." "Seu pai está humilhado."
Eu ri uma vez. "Agora ele se importa?" Sua voz endureceu. "Você não pune seu pai por um simples brinde." Levantei-me e fui até a janela. "Não. Estou reagindo a uma vida inteira de ridículo."
Isso a tranquilizou. Porque ela sabia que era verdade.
As provocações começaram quando eu tinha quatorze anos e ganhei uma bolsa para um programa de verão particular no qual Dean não havia sido aceito. Meu pai me chamava de "a calculadora da família". Quando comprei meu primeiro apartamento aos vinte e oito anos, ele me perguntou se eu planejava me casar com ele. Quando paguei as contas médicas dele após a cirurgia nas costas, ele disse à família que estava "fazendo um teste para a santidade". Cada sucesso era atribuído à sorte, à compensação excessiva ou à corrupção emocional.
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