Ela se revirou nos lençóis, imaginando-os deitados na palha úmida enquanto a noite ficava mais fria. Finalmente, com um suspiro de irritação consigo mesma, vestiu o xale, pegou a lamparina e saiu.
O celeiro cheirava a feno e terra.
O homem estava sentado no chão, com os gêmeos no colo, cobrindo-os com seu casaco gasto. Quando a viu entrar, levantou-se imediatamente.
“Senhora…”
“Levante-se”, disse Elena, com uma firmeza que mal disfarçava sua compaixão. “Traga as crianças para dentro. Está muito frio aqui. Não vou conseguir dormir sabendo que duas criancinhas estão congelando no meu celeiro.”
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