Quando meu marido voltou depois de três anos trabalhando fora, ele não voltou sozinho.

Eu estava lá dentro.

Assinando a folha de pagamento em pesos mexicanos.

Enquanto ele descobria que, pela primeira vez em muitos anos,
alguém havia batido a porta na cara dele.

O divórcio não foi rápido…
Mas foi tranquilo.

Porque eu havia decidido não deixar pontas soltas.

Fernando passou as primeiras semanas me mandando mensagens a qualquer hora.

Algumas eram de raiva.

Outras, arrependimento ensaiado.

"Podemos resolver isso."

"Eu não queria te perder."

"Tudo ficou complicado."

"Mateo não tem culpa."

Neste último ponto, pelo menos, ele estava certo.

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