Todo sábado, às duas da tarde, um motociclista misterioso visitava o túmulo da minha falecida esposa. Ele se sentava em silêncio junto à lápide por uma hora antes de desaparecer, me deixando confuso e furioso. Até que a chocante verdade por trás de sua devoção silenciosa veio à tona, revelando segredos ocultos sobre sua vida, conexões invisíveis e uma estranha revelação que destruiu tudo o que eu pensava saber sobre minha amada esposa.
Todo sábado, precisamente às duas da tarde, o mesmo som ecoava pelos portões do cemitério, vibrava pelos caminhos de cascalho e se instalava em meu peito antes de se dissipar em um silêncio persistente e imóvel. Um motociclista — pequeno e seguro de si ao se aproximar, respeitoso ao parar — passava por baixo dos galhos largos de um velho bordo e sempre estacionava no mesmo lugar sombreado, com as rodas levemente pressionadas contra o chão. O condutor era sempre o mesmo: botas pretas, lisas de tanto rodar, uma jaqueta de couro macia e velha, e um capacete que ele nunca tirava, mas que colocava cuidadosamente no banco, como se fosse um ser vivo digno de reverência. Sem hesitar, ele caminhou em linha reta e com determinação em direção ao túmulo da minha esposa, Sarah. Durante seis meses, observei-o do meu carro, com as janelas entreabertas o suficiente para sentir o aroma das rosas dela e o leve cheiro de couro da jaqueta dele. Sempre no mesmo horário. Sempre o mesmo caminho. Sempre o mesmo ritual silencioso. Ele nunca levava flores, nunca dizia uma palavra, nunca fazia gestos para chamar a atenção. Simplesmente sentava-se diante da lápide dela, ligeiramente curvado, com as palmas das mãos apoiadas na grama, como se tentasse se conectar com a terra que agora a abrigava. Permanecia ali por exatamente uma hora todas as semanas. Ao final, colocava a mão no mármore, fechava os olhos e expirava; um suspiro trêmulo de tristeza. Eu conhecia aquele som muito bem. Era o som de alguém que a amara de uma forma que ela jamais poderia ter imaginado, e que sentia tanta falta dela quanto...
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