O coronel gritava ordens. Organizava os homens.
Mariana arregaçou as mangas. Pegou os baldes. Juntou-se à corrente humana, caminhando de braços dados com os trabalhadores.
Suas mãos estavam cheias de bolhas. Seu vestido, chamuscado. Mas ela não parou.
Quando o fogo finalmente se apagou, sentaram-se exaustos no chão quente.
O coronel olhou para ela. De verdade. Pela primeira vez.
Disse que ela não precisava fazer aquilo.
Mariana respondeu com firmeza que aquela também era a casa dela.
Ele soltou uma risada seca. A primeira em anos.
E na cozinha, cuidou dos ferimentos dela com as próprias mãos.
O silêncio entre eles mudou.
Não era mais frio.
Tornou-se morno.
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