“Não”, admiti honestamente. “Mas preciso de testemunhas. Preciso que elas vejam o que ele fez. Não posso deixar que isso continue sendo um segredo. Não desta vez.”
Ele assentiu com a cabeça uma vez, e seu rosto suavizou-se em compreensão.
“Então você não estará sozinha”, disse ela suavemente. “Estaremos com você.”
Aquele momento foi surreal. O tempo pareceu se esticar enquanto eu percebia o quanto de apoio eu tinha ao meu redor. Emily, meu pai… pessoas que realmente se importavam comigo, que me conheciam e que não tinham medo de encarar a verdade. Com eles ao meu lado, talvez, só talvez, eu pudesse sobreviver a isso.
Poucos minutos depois, a cerimonialista bateu à porta, e a sua voz era um lembrete seco de que o tempo estava a esgotar-se.
“Chegou a hora”, disse ele.
O som daquelas palavras me atingiu como uma avalanche. Eu ainda tremia, ainda atordoada com o choque de tudo que havia descoberto na última hora. Mas, de alguma forma, consegui ficar de pé. As contrações haviam diminuído e eu conseguia andar, embora cada passo parecesse pesar uma tonelada.
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