Às vezes, ele ficava até mais tarde na escola para tocar violão com os amigos ou ia ao parque passar o tempo até escurecer.
Ele sempre me mandava mensagem quando fazia isso, mas talvez o celular dele estivesse sem bateria.
Eu me convenci de que, enquanto preparava o jantar, jantava sozinha e lavava a louça, tinha deixado o prato dela no forno.
Mas quando o sol se pôs e o quarto dela ainda estava vazio, não consegui ignorar a sensação de que algo estava errado.
Liguei para o celular dele. Caiu direto na caixa postal.
Às dez horas, eu estava dirigindo pelo bairro procurando por ele.
À meia-noite, ele estava na delegacia para registrar o desaparecimento dela.
O policial fez perguntas, anotou tudo e finalmente me disse: "Às vezes, adolescentes somem por alguns dias. Brigas com os pais, esse tipo de coisa."
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