A esposa do magnata tentou humilhá-la em um evento de gala... mas a funcionária apareceu usando um vestido que chocou a todos na sala.

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Mariana desceu o primeiro degrau com a serenidade de uma rainha que dispensa apresentações.

Ela não se apressou.

Não baixou a cabeça.

Não sorriu.

E, no entanto, todos na sala sentiram a mesma coisa: que algo havia mudado para sempre.

Os lustres de cristal do Hotel Imperial brilhavam sobre o vestido marfim, dando-lhe vida. Cada cristal costurado à mão refletia a luz como se contivesse fogo em seu interior.

Regina Alcázar, imóvel junto à mesa, sentiu um nó na garganta.

A pior parte não era o vestido.

A pior parte era o jeito como todos olhavam para Mariana.

Com respeito.

Com admiração.

Com aquele fascínio que Regina cultivara a vida inteira com cirurgias discretas, vestidos caros e aparições cuidadosamente planejadas… e que aquela mulher acabara de conquistar sem esforço.

"Isso não pode estar acontecendo..." murmurou Fernanda, apertando o braço de Paola.

"Diga-me que isso é uma piada", disse Paola, pálida.

Mas não era uma piada.

Era o tipo de mulher de verdade que entra numa sala e deixa todos sem roupa.

Mariana chegou ao último degrau.

O mestre de cerimônias, que segundos antes tentara continuar com o programa, silenciou-se ao vê-la passar.

Vários convidados se afastaram sem que ela dissesse uma palavra.

Um empresário mais velho, conhecido em toda Polanco por sua arrogância, chegou a inclinar levemente a cabeça ao reconhecê-la.

Regina o viu.

E um arrepio percorreu sua espinha.

"Você a conhece?" perguntou ela, quase sem voz, enquanto o homem passava perto de sua mesa.

Ele olhou para ela como se não entendesse a pergunta.

"Todos que importam conhecem o nome Obregón", respondeu ele. "Embora a família mantenha um perfil muito discreto."

Regina sentiu o golpe no peito.

Obregón.

Obregón.

Agora ela se lembrava.

Revistas internacionais.

Coleções particulares.

Passarelas em Paris, Milão, Nova York.

Uma casa de moda lendária.

Discreta.

Inatingível.

E de repente o sangue lhe sumiu do rosto.

Não.

Não podia ser.

Ela olhou para Mariana novamente, desta vez como se a estivesse vendo pela primeira vez.

A postura elegante.

O jeito de andar.

Os modos impecáveis.

A compostura.

Meu Deus.

Todo esse tempo ela confundiu dignidade com submissão.

Mariana parou bem em frente à mesa de Regina.

Ao redor dela, todos na sala observavam.

Ninguém fingia mais falar de outra coisa.

Regina tentou se recompor.

Endireitando os ombros.

Ela forçou um sorriso trêmulo.

"Mariana... que surpresa te ver aqui", disse ela, tentando soar natural e elegante, mas sua voz saiu seca. "Eu não sabia... que você tinha esse tipo de contato."

Mariana olhou para ela.

Sua expressão era calma, quase compassiva.

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