Aos 36 anos, decidi casar com uma mulher que toda a aldeia chamava de mendiga.

…e ela não me traiu.

Os primeiros meses foram difíceis. Andreea era quieta, reservada. Acordava antes de mim e ia trabalhar sem dizer uma palavra. Lavava roupa, cozinhava, me ajudava no jardim. Aprendia tudo rapidamente, como se quisesse provar que merecia.

Os vizinhos nos observavam através da cerca. Algumas mulheres a evitavam na fonte. Outras cochichavam quando ela passava na rua. Mas Andreea nunca respondia. Simplesmente mantinha a cabeça erguida.

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