Aos 36 anos, decidi casar com uma mulher que toda a aldeia chamava de mendiga.

Um dia, alguns meses depois do nosso casamento, ela me contou que estava grávida.

Senti um nó na garganta. Aos 36 anos, pensei que minha vida continuaria tranquila e simples. Mas a notícia me encheu de alegria. Quando nosso filho, Mihai, nasceu, chorei como uma criança. Dois anos depois, Ana também nasceu.

Nossa pequena casa se encheu de risos, brinquedos espalhados e passos apressados. Andreea havia mudado. Não havia mais apenas tristeza em seus olhos, mas uma luz calorosa. Ela amava seus filhos com uma força que me deixou sem palavras.

O tempo passou. Os moradores da vila começaram a se calar. Alguns até começaram a cumprimentá-la. Viram que as coisas estavam bem em nossa casa. Que não nos faltava nada. Não éramos ricos, mas tínhamos tudo o que importava.

Finalmente, o dia chegou.

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