Se ele não arriscou a vida para obter sua aprovação, provavelmente é porque não a merece.
Declan endireitou-se ao sair da mala.
Ele era primo de Bradley por parte de pai, sempre pedindo dinheiro emprestado, sempre com aquela leve mistura de autossuficiência e perfume.
"Não há testamento", disse ele.
"Já verificamos."
"Claro", respondi.
"E claro que vocês não encontraram nenhum."
O que ninguém sabia era que, seis dias antes, sob a luz estéril do hospital e o chiado constante do oxigênio, Bradley havia previsto tudo quase palavra por palavra.
"Se eles chegarem lá antes que as flores murchem", ele sussurrou, "deverão rir primeiro.
Elena cuidará do resto."
Naquele momento, ele parecia pálido.
Estava tão pálido que parecia que algo frágil e supremo emanava de sua pele.
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