“Amanhã levo vocês dois para Seattle. Vocês merecem ver o que Ryan deixou para trás.”
Eu não sabia se podia confiar nele…
Mas a história claramente não tinha terminado.
Na manhã seguinte, Ethan e eu estávamos sentados no banco de trás de uma elegante Mercedes preta, a caminho de Seattle.
Pela primeira vez em dez anos, senti terror… e liberdade.
A propriedade Caldwell não era uma mansão. Era uma fortaleza: paredes de vidro, jardins impecavelmente cuidados, um mundo à parte de Maple Hollow.
Lá dentro, retratos de Ryan adornavam um longo corredor: sorrindo, esperançoso, alheio ao que o aguardava.
Arthur nos levou para conhecer o conselho administrativo e depois a mulher que havia escondido a verdade: Clara Hensley, a advogada da família.
Seu rosto empalideceu ao me ver.
O tom de Arthur era gélido.
“Conte a ela o que você me contou semana passada, Clara.”
Ela mexia nervosamente em suas pérolas.
“Recebi ordens para alterar o boletim de ocorrência. Seu filho não fugiu. Ele foi sequestrado. Destruí documentos por medo. Sinto muito.”
Minhas mãos tremiam.
Arthur permaneceu firme.
“Eles mataram meu filho. E vão pagar por isso.”
Então ele se virou para mim.
“Emily, Ryan deixou parte da empresa e toda a fundação para você e Ethan.”
Balancei a cabeça negativamente.
“Não quero o dinheiro dele. Só quero paz.”
Arthur sorriu tristemente.
“Então use-o para construir algo de que Ryan teria se orgulhado.”
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