Ele a mandou para a prisão grávida de outra mulher… 5 anos depois, ela recuperou toda a sua vida…

A prisão não era, de forma alguma, lugar para criar dois bebês inocentes. O frio cortante do inverno do planalto penetrava impiedosamente pelas frestas das grossas paredes de pedra em ruínas, congelando o sangue em suas veias.

E a fome era um fantasma constante, uma presença sombria que assombrava a cela dia e noite. As rações diárias na prisão consistiam, na melhor das hipóteses, em um mingau ralo e insosso, uma crosta de pão amanhecido e um pedaço de fruta amassada.

No entanto, Isabela jurou a si mesma que jamais permitiria que a amargura, o ressentimento ou o desespero azedassem seu leite materno. Ela suportou a escassez com dignidade espartana, engolindo as lágrimas de impotência e oferecendo cada privação, cada dor de estômago, a Nossa Senhora do Carmo, implorando em troca pela saúde robusta de seus pequenos.

Diego revelou-se um menino com um olhar extraordinariamente profundo e silencioso, um observador nato, enquanto Luna, muito mais inquieta, possuía olhos vivos e perscrutadores. Ambas eram suas tábuas de salvação, o farol que a mantinha agarrada à sanidade em meio à tempestade de escuridão.

Mas a divina providência, que sempre tece os fios do nosso destino de maneiras misteriosas e insondáveis, havia planejado em seu infinito plano que Isabela não estaria completamente sozinha naquele poço imundo.

Na cama de baixo, bem no canto mais escuro, úmido e isolado da cela estreita, uma mulher idosa jazia morrendo. Seu nome no frio registro da prisão quase não importava mais para os guardas de plantão, que a tratavam com total desprezo, como um fardo incômodo e malcheiroso à espera de ser levado para a vala comum no cemitério municipal.

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