Encarei-o. "Você deu meu cartão para ele?"
"Era para emergências", murmurou ele.
Diane bateu a caneca na mesa. "Não aja como se eu estivesse roubando um santo. Você tem dinheiro. Quero cinco mil e quero até sexta-feira."
"Não."
Sua expressão endureceu instantaneamente. "Desculpe?" "Eu disse não."
O silêncio durou pouco mais de um segundo.
Então ela pegou a caneca e jogou o café quente direto no meu rosto.
A dor foi imediata: lancinante, cegante, tão chocante que me fez gritar antes que eu pudesse parar. Café espirrou na minha bochecha, pescoço, clavícula e blusa. A caneca se estilhaçou no azulejo perto dos meus pés. Cambaleei para trás até o balcão, uma mão agarrando a pele, lágrimas escorrendo pelo meu rosto pela dor e incredulidade.
Eric gritou: "Mãe!"
Diane estava lá, respirando pesadamente, ainda furiosa, como se eu tivesse feito algo contra ela.
Encarei os dois com raiva. "Nunca vou perdoar vocês", disse, com a voz trêmula. "Vocês vão se arrepender disso."
Então peguei minha bolsa, minhas chaves e a pasta da gaveta do escritório que Eric nunca havia perguntado — a escritura da casa, somente em meu nome — e saí.
Às 6h12 da manhã seguinte, Diane acordou com fortes batidas na porta da frente.
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