Ao abrir a porta, ela encontrou dois policiais.
E atrás deles, um chaveiro.
Ao amanhecer, a ideia de Diane de “paz nesta casa” havia se transformado em uma acusação de agressão, um pedido de medida protetiva de emergência e a consulta jurídica mais rápida que eu já paguei.
Depois que saí, dirigi direto para o pronto-socorro. O médico documentou queimaduras de primeiro grau no lado esquerdo do meu rosto, pescoço e parte superior do tórax, tirou fotos e me disse para voltar em 48 horas, caso as bolhas piorassem. Enquanto uma enfermeira aplicava compressas frias, liguei para meu irmão mais velho, Mason, advogado imobiliário e a única pessoa da minha família que nunca confundiu gentileza com rendição.
Sua primeira pergunta foi: “De quem é a casa?”
“Minha”, respondi.
“Só sua?”
“Sim.”
“Ótimo”, disse ele. “Então pare de entrar em pânico e comece a documentar tudo.”
E foi o que eu fiz.
Fotografei meus ferimentos. Guardei os laudos médicos. Elaborei uma cronologia enquanto tudo ainda estava fresco na minha memória. Enviei capturas de tela das acusações no cassino e relacionadas à minha bolsa. Então, Mason me colocou em contato com um advogado criminal que deixou claro que jogar café quente no rosto de alguém não é um "drama familiar".
É agressão.
Registrei a ocorrência antes da meia-noite.
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