Os policiais foram diretos. Se Diane admitisse que foi intencional, isso importava. Se Eric…
O importante era que tínhamos feito aquilo. Se houvesse câmeras, melhor ainda. E havia. Eu havia instalado câmeras de segurança dentro de casa seis meses antes, depois que comprimidos controlados desapareceram do banheiro de hóspedes e Diane culpou uma das minhas sobrinhas. Nunca provei, mas também não removi as câmeras. Uma delas estava apontada diretamente para a bancada da cozinha.
As imagens eram irrefutáveis.
Às 4h30 da manhã, depois de analisarem o vídeo e consultarem o juiz de plantão, os policiais aprovaram uma ordem de despejo temporária enquanto o pedido de custódia protetiva era processado. Mason contatou o chaveiro e eu autorizei a reinstalação do sistema de segurança naquele mesmo dia, já que a propriedade era legalmente minha e tanto Eric quanto Diane estavam lá com permissão, não como proprietários.
Então, quando Diane abriu a porta naquela manhã, de roupão e chinelos, foi recebida por policiais que ordenaram que ela saísse.
Segundo Mason, suas primeiras palavras foram: "Esta é a casa do meu filho".
Não era.
Eric cambaleou pelo corredor momentos depois, desgrenhado e pálido, com a aparência de alguém cujas escolhas finalmente o alcançaram. Ele repetia sem parar: "Podemos conversar sobre isso?". É curioso como as pessoas só descobrem a importância de conversar depois de sofrerem as consequências.
Cheguei dez minutos depois com Mason, o chaveiro e os documentos legais em mãos.
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